Em novembro, vários autores lançam novos títulos no Café do Centro Cultural Unimed-BH Minas. Tem livros para todos os leitores! Confira nossa programação:
5/11
Obra: Promove – Uma história de trinta e cinco anos
Autor: João Bosco Fontoura
Quarta-feira, das 19h às 21h
Sinopse: Trata-se da história do Promove, instituição de ensino em Belo Horizonte, em que o Autor – um dos fundadores – relata, as atividades educacionais da empresa, abrangendo o período de 1971 a 2006, em Minas Gerais e em outros Estados do Brasil.

6/11
Obra: Minas Gerais: contos e confidências
Autora: Luísa Coelho (org. e apres.)
Quinta-feira, das 19h às 21h
Sinopse:
A coletânea Minas Gerais: contos e confidências leva o leitor a desvendar o rico e complexo universo de Minas Gerais, uma região onde história, cultura e natureza se entrelaçam de forma única.
Organizada e apresentada por Luísa Coelho, a obra é voltada para despertar o desejo de vislumbrar as riquezas da terra mineira e compreender as suas nuances, transformando-se numa verdadeira imersão nas interações entre o espaço histórico do estado brasileiro e o imaginário contemporâneo dos seus autores.
A obra apresenta contos de trinta escritores mineiros contemporâneos, a maior parte de autores reconhecidos e consagrados, e algumas novas vozes da literatura,em particular de egressos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
O contraste tem por objetivo ressaltar a importância de incentivar-se o talento jovem ao lado de autores mais experientes, enriquecendo a coletânea com perspectivas diversas.
Para descortinar o cenário majestoso desta Estrada Real, o autor Fabrício Carpinejar, um gaúcho amineirado, oferece-nos – em tópicos de uma crônica selecionados e apostos ao modo de uma epígrafe – uma visão cativante e bem-humorada sobre a personalidade do mineiro, convidando o leitor a se entregar a este mosaico literário que captura a alma das Geraes e o seu espírito universal.

10/11
Obra: Sid Marcus: relatos de um repórter
Autor: Sid Marcus
Segunda-feira, das 19h às 21h
Sinopse: A partir de 1997 – após se formar em jornalismo em dezembro de 1996, em Belo Horizonte – ele se entrega à arte de contar histórias, com a alma e o coração pulsando ao ritmo da notícia. Um repórter de TV cuja essência é tecida pelo compromisso com a verdade e pela paixão pela descoberta. Cada dia é um novo cenário, cada missão, uma nova aventura.
Ele já percorreu os becos das favelas do Rio, testemunhando tiroteios que deixaram marcas profundas na cidade e em sua memória. Em meio ao caos e ao perigo, a câmera e o microfone são suas armas, registrando a realidade nua e crua.
No asfalto quente das estradas, ele viu a tragédia dos acidentes de trânsito, capturando o desespero e a dor daqueles que perderam tudo em um instante. E, nos gramados verdes dos estádios, ele vibrou com as partidas emocionantes da seleção brasileira, compartilhando com o mundo momentos de glória e decepção do futebol nacional.
Sua jornada o levou aos quatro cantos do Brasil e a alguns países, onde descobriu as belezas e as crueldades do mundo. Nos olhares das crianças em zonas de conflito, nos sorrisos dos vencedores e nas lágrimas dos derrotados, ele encontrou a essência da humanidade. Ele viveu o mundo como ele é, em sua mais pura verdade, com suas cores vibrantes e suas sombras profundas.
Cada reportagem é uma peça de sua própria história, um fragmento de sua vida dedicada a revelar o que está oculto, a dar voz aos que não têm voz, e a levar ao público a realidade, seja ela bela ou sombria. Porque, para ele, ser repórter não é apenas uma profissão, é um chamado, é ter a notícia correndo nas veias, é viver intensamente cada segundo, é sentir no peito a urgência do agora.
E assim, ele segue, explorando, documentando, vivendo. Um verdadeiro explorador das histórias humanas, um cronista da vida real.

13/11
Obra: O segredo da casa
Autor: Flávio Oliveira
Quinta-feira, das 19h às 21h
Sinopse: Em O Segredo da Casa, terceiro livro de Flávio Oliveira, o autor nos apresenta doze histórias que abordam dramas, inquietações, angústias, desejos e até a comicidade de personagens urbanos em situações variadas, quase sempre a partir das sensações oferecidas pela memória e pelos sentidos da percepção, o que já se tornou uma constante em seu estilo. Na primeira história, que dá nome à obra, um homem relembra o tormento que lhe causou a demolição da antiga residência da família e com ela, o desaparecimento de seus mais preciosos lugares de memória. Nesse conto, onde estão presentes ecos do realismo mágico, realidade e devaneio se misturam na voz de um narrador inconfiável. No conto seguinte, um professor de francês cego caminha pelas ruas de Paris e encontra, por acaso, o presente que buscava para sua mulher, o qual irá selar o destino de ambos. Um advogado corrupto fica mais tempo em seu escritório, atemorizado por ameaças do presente e pela sina de seu nome, até que, como um presságio, ouve no rádio a poderosa música de Gustav Mahler. Os latidos lancinantes de um cão atravessam o cotidiano de um casal, trazendo de volta traumas difíceis de superar. Nos anos oitenta, um estudante de literatura regressa da casa de sua namorada e, no caminho, recebe a carona de um amigo de infância, quando a noite irá lhe mostrar seus dentes por meio da intolerância e da violência. Um homem solitário descobre a origem de sua desmemória ao experimentar a sensação de um salto de paraquedas. Nessa coletânea, as histórias se encadeiam conduzidas pela prosa destemida e segura de Flávio Oliveira, que nem sempre faz concessões aos espíritos mais delicados.

17/11
Obra: Mulheres na gestão de reputação
Autora: Andréia Roma
Segunda-feira, das 19h às 21h
Sinopse: O livro que conta as histórias das mulheres na gestão da reputação teve a curadoria de Tatiana Maia Lins e tem artigos de 27 autoras brasileiras, que atuam no país inteiro e no exterior. “Reputação é o principal ativo de qualquer pessoa, seja física ou jurídica. Sem boa reputação, não há confiança e, consequentemente, não há licença social para operar”. Assim, Andreia Roma, idealizadora do projeto, mostra a relevância do tema e a importância de reunir em um livro as histórias de vida dessas mulheres: desde as pioneiras, que trouxeram a pesquisa e as melhores práticas em gestão da reputação para o Brasil, até a nova geração, que lida com este ambiente complexo das redes sociais, em que imagem e reputação se fundem com narrativas que podem ser construídas e destruídas em minutos. É um livro que fala sobre desafios pessoais, que mostra como muitas profissionais tomaram decisões que mudaram rumos, que relata experiências individuais mas também releva bastidores da gestão da reputação de empresas gigantes em seus setores, e que traz aprendizados valiosos de mulheres que estão deixando a sua marca no mundo corporativo.

27/11
Obra: Ao filho, o jardim
Autor: Filipe Horta Nunes
Quinta-feira, das 19h às 21h
Sinopse: Na mais fiel tradição da poesia filosófica Ao Filho, o Jardim revela-se uma obra de maturidade lírica e clareza filosófica pungente. Um livro de poemas concentrando um tratado sobre a reconciliação do humano com sua origem orgânica e sagrada.
Este jardim não é apenas botânico, apresenta-se também sob a perspectiva existencial.
Corresponde a um espaço e tempo onde o pai, o homem e o planeta se encontram sob a luz da responsabilidade, do cuidado e da herança. O eu-lírico que se confessa nos versos não busca pelo protagonismo.
Reconhece que a ética verdadeira brota da terra e que os muros de nossa civilização estão rachados por arrogância e por esquecimento.
Com imagens poderosas como “o portão do silêncio”, “a fechadura do tempo”, ou “o telhado que não está acima, mas junto”, a obra constrói uma arquitetura poética onde cada elemento natural como a raiz, o musgo, o vento, o barro, entre outros; serve de matéria-prima para uma reconstrução moral.
O autor planta sua palavra como quem semeia um legado para a criança que que se tornará o guardião de um legado, para o mundo que urge rever suas fundações.
Todos somos esta criança, representada em nossa fé e propósito de lavarmos a alma em um planeta judiado más que continua a nos acolher em silêncio.
Assim como Shakespeare fez das florestas de Arden e dos ventos de Dover palcos de revelações profundas, Ao Filho, o Jardim usa os elementos da paisagem como espelhos da alma. Sim, e o faz com a pretensão de tocar o leitor em um soldado de transformação do mundo.
O resultado é uma poesia que se lê com os olhos, tocando a alma de forma emocionante. Para que com os pés bem firmes no chão compreendamos de qual futuro estamos pretendendo.
Além dos versos, o livro se apresenta como testamento. Uma herança que é e, será sempre semente. Todo aquele que o folhear, sentirá no peito um convite silencioso a plantar, cuidar, permanecer e evoluir. Vencer!
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