“Essa capacidade de todos receber bem e criar conexões humanas é rara e admirável”.
Letícia Faria
38 anos, Engenheira Civil
Quando conheci, pela primeira vez, a Arena UniBH, ainda estava na faculdade. Vim em uma visita técnica, trazida pelos meus professores da UFMG, para ver de perto uma edificação executada em estrutura metálica, solução ainda pouco comum em empreendimentos daquela dimensão. Mas, ali, percebi mais do que os aspectos técnicos da construção. Percebi a visão de futuro e força institucional do Minas Tênis Clube.
Essa modernidade me marcou pela relevância da engenharia e pela sensação de estar diante de uma instituição que acompanha as transformações da sociedade e ajuda, de alguma forma, a desenhar os próximos capítulos da cidade.
Com o tempo, minha relação com o Minas também passou por festas de casamento, formaturas, shows, apresentações culturais, palestras, espetáculos de dança e teatro. Mesmo sem ser atleta ou sócia, sempre enxerguei o Clube como um espaço de convivência, cultura e esporte que ultrapassa os próprios muros e alcança a vida das pessoas.
Hoje, esse vínculo também passa pelo meu filho, que pratica futsal em uma escola parceira do Minas. Vejo a instituição como uma referência para Belo Horizonte e estado. Tenho a convicção de que cada atleta e equipe que representa o Clube carrega valores como disciplina, dedicação, ética e busca constante pela excelência. E sei que, por trás de cada conquista, existe uma trajetória construída com esforço, comprometimento e preparação.
Destaco, ainda, o ambiente acolhedor e a sensação de pertencimento que o Minas proporciona em todas as unidades, mesmo para quem chega como visitante. Essa capacidade de receber todos bem e criar conexões humanas é rara e admirável.
Desejo que o Clube continue preservando sua história e seus valores, sem deixar de se reinventar. Que siga sendo referência no esporte, na cultura e na convivência. E que continue inspirando pessoas, construindo memórias e atravessando gerações por muitos e muitos anos.