Na Roma dos anos 1980, Goliarda Sapienza (1924-1996) vê “A Arte da Alegria”, obra a que se dedicou durante mais de uma década, ser recusada por todas as editoras. Em dificuldades, acaba por cometer um roubo que a leva à prisão, uma decisão que lhe custa não só a liberdade, mas também a reputação e a credibilidade.