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Esporte Vôlei Feminino

Superliga encerrada

Minas não votou contra o fim da competição, mas por uma nova reunião de avaliação, no dia 16 de abril

Foto: Orlando Bento/MTC

Por meio de videoconferência, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) se reuniu, na manhã desta quinta-feira (19/3), com os representantes dos oito clubes classificados para a segunda fase da Superliga Banco do Brasil Feminina 2019/20. Ficou decido que a competição nacional está encerrada, sem campeão, devido à pandemia de Covid-19, causada pelo novo Coronavírus.

A CBV colocou em pauta, durante a reunião, duas possibilidades para os Clubes optarem. Uma delas sugeria o fim imediato da competição. A segunda sugeria uma nova reunião para o dia 16 de abril próximo, para tratar novamente sobre o assunto. O Minas votou pela segunda opção e sugeriu que pudesse ser marcada uma nova reunião (por vídeo), antes mesmo do dia 16 de abril, para se ter uma nova avaliação do cenário atual. No entanto, houve sete votos (seis clubes + comissão de atletas) a favor do término imediato da Superliga, contra dois (Itambé/Minas e Sesi Vôlei Bauru) pela nova reunião de avaliação, dia 16 de abril. “Queremos destacar que o Minas sempre esteve a favor da preservação da saúde de todos os atletas, colaboradores e torcedores envolvidos na Superliga”, enfatiza o gerente de Vôlei Feminino do Minas, Jarbas Soares.

Na reunião desta quinta-feira também ficou decidido que a Superliga Banco do Brasil Feminina 2020/21 não terá ranking de atletas e que os clubes terão a possibilidade de contratar até três atletas estrangeiras. Nesta temporada, cada equipe poderia ter, no máximo, duas atletas de sete pontos no ranking e somente duas estrangeiras.

A capitã e central da equipe Itambé/Minas, Carol Gattaz, lamenta a forma como a competição terminou, mas entende a situação e espera que tudo se resolva o quanto antes. “Vejo este cancelamento como inevitável. É muito triste, muito frustrante para nós, atletas. Tínhamos o objetivo de conquistar o título de novo, ainda mais por este ano a Superliga estar mais equilibrada, com os três primeiros, praticamente, empatados. Sabíamos que estava tudo em aberto e muito equilibrado. Estávamos muito motivadas. Mas, não somos só nós que estamos abdicando de alguma coisa, todo mundo está abrindo mão de alguma coisa. E vamos ter que aprender a lidar com essas coisas inesperadas. Torcemos e rezamos para que se encontre logo uma vacina e que tudo isso se resolva da melhor maneira possível. Esperamos que o Esporte não seja tão prejudicado e que possamos voltar a treinar e jogar o mais rápido possível”, comenta a capitã do Itambé/Minas.

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