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Recepção de Carol Gattaz e Macrís, medalhistas olímpicas

(Foto: Gaspar Nóbrega/COB)Central e capitã do Minas, Carol Gattaz, em Tóquio (Foto: Gaspar Nóbrega/COB)

As atletas do Minas, Carol Gattaz e Macrís, que conquistaram a medalha de prata com a Seleção Brasileira nos Jogos de Tóquio, vão ser homenageadas pela diretoria do Minas Tênis Clube. O evento será nesta terça-feira (10/8), a partir das 13h, no Minas I. As atletas estarão à disposição da imprensa e os jornalistas interessados em cobrir o evento deverão fazer o credenciamento, por meio do formulário disponível no link abaixo.

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A central Gattaz, que vai defender o Minas pela oitava temporada seguida, liderou a equipe junto com a levantadora Macrís nas conquistas das últimas duas Superligas (2018/19 e 2021/21) e nas três últimas edições do Campeonato Sul-americano de Clubes (2018, 2019 e 2020), além do bicampeonato da Copa Brasil (2019 e 2021) e do vice no Mundial de Clubes em 2018, na China.

Carol Gattaz - Central e capitã do Minas

A volta por cima de Carol Gattaz foi em grande estilo. Depois de quase encerrar a carreira com corte da Seleção Brasileira na véspera dos Jogos de Pequim, em 2008, e do corte de Londres, em 2012, a central encontrou no Minas o caminho de volta à elite do vôlei mundial. No Clube desde 2014, Gattaz colecionou títulos com a camisa minastenista nas últimas temporadas e voltou a ser convocada para representar o Brasil depois de oito anos.

Em Tóquio, fez história: conquistou a prata, se tornou a mulher brasileira mais experiente a ganhar uma medalha olímpica, aos 40 anos de idade, e ainda foi eleita uma das melhores centrais da competição, fazendo parte do “time dos sonhos” da Seleção de Tóquio. Carol fechou sua estreia nos Jogos Olímpicos como a terceira melhor bloqueadora, com 22 pontos no fundamento.

Macrís - Levantadora do Minas

Eleita a melhor levantadora da Superliga nas últimas sete temporadas, Macrís chamou a atenção do técnico José Roberto Guimarães pela consistência e pelo repertório de alto nível na distribuição de bolas. A levantadora chegou no Minas em 2017 e, desde então, colocou inúmeros títulos no currículo e passou a ser considerada uma das melhores levantadoras do mundo. Apesar de algumas convocações entre 2015 e 2018, foi a partir de 2019 que a levantadora se firmou na Seleção: disputou a Copa do Mundo, os Jogos Pan-Americanos de Lima e conquistou o Campeonato Sul-americano 2019, além de ter sido vice-campeã da Liga das Nações 2019 e eleita a melhor levantadora do torneio.

Levantadora do Minas superou lesão em Tóquio (Foto: Divulgação/FIVB)Levantadora do Minas superou lesão em Tóquio (Foto: Divulgação/FIVB)

Depois da campanha com o Brasil na Liga das Nações 2021, que serviu de preparação para os Jogos Olímpicos, Macrís chegou em Tóquio como titular e foi fundamental na campanha da Seleção. A levantadora ganhou o coração da torcida brasileira dando um show em quadra e também com um exemplo de superação. Macrís sofreu uma entorse no tornozelo direito na terceira rodada da fase de grupos, contra o Japão, e surpreendeu a todos com o retorno à quadra apenas três dias após ter se lesionado. Mesmo em recuperação, a levantadora foi o ponto de equilíbrio do Brasil também na fase final, chegando ao pódio olímpico.

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