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Fazer o Bem

Conheça um pouco da história de mulheres que fazem o bem

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, vamos celebrar a data contando um pouco sobre o trabalho de instituições e especialmente de mulheres que coordenam projetos em prol de apoiar e empoderar outras mulheres. As ações escolhidas são participantes dos projetos Romper, Viva Down, Avança Judô e Banho de Amor.

Mulheres que apoiam umas às outras e que enxergam na solidariedade a oportunidade de fazer o bem ao próximo, como é o caso da Jutay Nogueira, idealizadora do Projeto Romper e da Casa Acolher para Mulheres, que iniciou o projeto pensando em crianças e hoje acolhe famílias inteiras em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar.

“Começamos oferecendo jantares para filhos de mães usuárias de crack, pois percebemos que a noite era o momento em que elas ficavam mais vulneráveis. Com o tempo, foram aparecendo crianças e começamos a entender que precisávamos fazer algo mais e além do prato de comida, assim iniciamos as atividade extracurriculares como reforço escolar, aulas de música, biblioteca, entre outros”, relata.

A idealizadora angaria fundos para a instituição por meio de doações para o bazar (Foto: arquivo pessoal)

Hoje, Jutay acolhe também mulheres em situação de vulnerabilidade social, muitas, vítimas de violência doméstica e adolescentes grávidas. O trabalho conjunto do projeto visa acolher, orientar e apoiar as meninas, especialmente quanto à desinformação. A apoiadora ainda relata que a melhor forma que encontra de apoiar mulheres nessas situações é dando a elas oportunidade de emprego e capacitação profissional.

“Entendendo essa dura realidade do desemprego no Brasil, trabalhamos na Casa Acolher para Mulheres com o empoderamento das participantes, ensinando sobre empreendedorismo, e criando alternativas de trabalho com cursos nas áreas de estética, de gastronomia, de higienização, entre outros. Assim, a gente tem feito nosso maior impacto no fortalecimento dessas mulheres, para que elas tenham autonomia financeira e independência para escolher encerrar o ciclo de violência doméstica ou de alguma insegurança econômica e alimentar.

Para a presidente do projeto, apesar de ser uma ação regional do município, a expressão das ações tem impacto direto na vida de diversas pessoas, “durante a semana passam pela casa mais de 150 mulheres, e todas que pedem por ajuda são acolhidas, para além de mulheres e crianças, mas sim famílias inteiras que são apoiadas por nós. E com doação e solidariedade fazemos nosso trabalho de formiguinha em nossa comunidade, porque de grão em grão, de pouco em pouco, as formigas conseguem fazer a diferença no mundo”.

Quer conhecer um pouco mais sobre o projeto da Jutay? Confira o site.

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