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Esporte Judô

Na Hungria

Guilherme Schimidt encerra participação no Grand Slam de Budapeste

A manhã deste sábado foi de competição para o judoca Guilherme Schimidt (81kg). O minastenista disputou o Grand Slam de Budapeste, na Hungria, primeiro grande evento da Federação Internacional de Judô (IFJ) após a parada, em março, devido à pandemia de Covid-19, e se despediu do torneio ainda na primeira luta. Schimidt enfrentou Murad Fatiyev, do Azerbaijão, que venceu por ippon (três shidos). A competição marca o retorno do judô internacional e a corrida por uma vaga olímpica, e segue até este domingo (25/10). Até o momento, o Brasil já conquistou uma medalha de bronze, com Willian Lima (66kg).

Mais de 400 judocas de 69 países participam torneio, e o Brasil é representado por 18 atletas. O Grand Slam distribui até mil pontos aos campeões em cada categoria no ranking classificatório para Tóquio 2020 e, por isso, é de extrema importância para os judocas envolvidos.

A equipe masculina do Brasil é formada por Eric Takabatake (60kg), Renan Torres (60kg), Willian Lima (66kg), Eduardo Katsuhiro (73kg), João Pedro Macedo (81kg), Rafael Macedo (90kg), Marcelo Gomes (90kg), Rafael Buzacarini (100kg), Leonardo Gonçalves (100kg), Rafael Silva “Baby” (+100kg) e David Moura (+100kg).

Entre as mulheres estão Larissa Pimenta (52kg), Jéssica Pereira (57kg), Ketleyn Quadros (63kg), Maria Portela (70kg), Maria Suelen Altheman (+78kg) e Beatriz Souza (+78kg).

A preparação dos brasileiros para a disputa passou por quase três meses de treinos em Coimbra, Portugal, com a Missão Europa, do Time Brasil, entre junho e agosto, e um último período de lapidação em Pindamonhangaba (SP), no treinamento de campo promovido pela Confederação Brasileira de Judô, em outubro. 

Covid-19
Para chegarem seguros ao tatame húngaro em meio à pandemia do novo coronavírus, as delegações precisaram cumprir uma série de medidas de segurança determinadas pela Federação Internacional de Judô e pelo governo local. A primeira delas foi a exigência de dois testes de Covid-19 (PCR) para todos os participantes, pelo menos cinco dias antes do evento e com intervalo de 48 horas entre eles. Todos os judocas brasileiros cumpriram o protocolo e ficaram aptos para a viagem.

Na chegada a Budapeste, a seleção foi testada novamente e ficou confinada no hotel até a divulgação dos resultados. Um quarto teste PCR foi feito nos atletas no momento da pesagem e só então os judocas foram liberados para lutar.

A Federação Internacional de Judô promete ser rigorosa no controle e fiscalização dos protocolos. Se um membro da delegação "furar" o isolamento, por exemplo, toda a equipe será desclassificada do torneio imediatamente.

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