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Que venha 2021!

Sócios contam suas experiências durante a pandemia e revelam seus desejos para o novo ano

Nos meses de dezembro, as pessoas têm o costume de fazer um balanço do ano, das metas cumpridas, além de traçar planos para o ano seguinte. Mas, em 2020, tudo foi diferente. Com a chegada da pandemia de Covid-19, em março, todos os planos foram alterados, famílias passaram a trabalhar e estudar em casa, tendo que se adaptar a novas rotinas, os grandes eventos foram cancelados, os encontros com os amigos passaram a ser virtuais... o novo coronavírus circulou e transformou o mundo. E para nos despedirmos deste atípico 2020 e darmos as boas-vindas ao novo ano, seis associados e o judoca Gustavo Assis fazem um balanço dos últimos meses e respondem à pergunta: “o que foi mais importante para você enfrentar as adversidades do ano e quais são suas expectativas para 2021?" Confira.

“Foi um ano muito difícil, mas, por outro lado, a gente refletiu muito. Fiquei mais tempo com a minha família, o que foi muito importante para mim, e vi que a gente reclama demais por coisas muito pequenas. Depois que o Minas abriu foi um alívio muito grande. Para 2021, eu quero muito que a vacina saia e que a vida volte ao normal, mas não quero criar tanta expectativa, para que não aconteça algo como este ano e a gente fique ainda mais triste. Prefiro aproveitar o que tenho agora.” - Joana Ratton, 12 anos.

 

“Em 2020, a gente voltou para dentro de casa, e a união da minha família foi o que me deu força para enfrentar este momento difícil. Nós, do esporte, tivemos que adaptar nossas casas para seguir com os treinos e não perder o foco. Eu e alguns amigos nos juntamos em campanhas de solidariedade, e ajudar as equipes de base e os técnicos nos treinos on-line foi uma delas. Para 2021, a expectativa é que as coisas voltem a funcionar com uma perspectiva diferente. Que a gente ame mais, tenha mais consciência e melhore as relações com os outros.” - Gustavo Assis, judoca, 26 anos.

 

“O importante, para mim, foi perceber que a gente não está no controle das coisas. E para segurar a ansiedade, eu vi que precisava manter minha mente ocupada. Então, li muito, estudei, pratiquei ioga e fiz questão de manter o contato com as pessoas por Face Time. Agora que o Minas reabriu, consegui voltar com a rotina de exercícios de musculação e ioga. Para 2021, eu espero que venha a vacina. Também espero que o novo normal seja realmente a mudança, que a gente se respeite mais, entenda as próprias dores e as dores do outro.” - Eva Cristina Alves Villaça, 28 anos.

 

“Eu trabalho na área comercial, que ficou parada. Também não consegui manter minhas atividades físicas. Em casa, consegui ter vários momentos legais com minha família, o que melhorou muito nosso relacionamento. Eu acredito que ninguém tenha as informações necessárias ainda para estipularmos um futuro e fazer planos. Então, para 2021, prefiro pensar em viver o dia a dia!” - Sérgio Miranda Borges Caixeta, 29 anos.

 

“Eu acho que o mais surpreendente de 2020 foi a constatação de que a gente tinha a coisa mais importante e não sabia, a nossa liberdade. A gente percebeu também o quanto a arte é importante nas nossas vidas, e ela salvou muita gente, seja por meio dos livros, filmes, séries, música... O que 2020 nos ensinou é que temos que viver um dia de cada vez e confiar na ciência, então, é assim que vou entrar em 2021.” - Jacques Fux, 43 anos.

 

“Foi um ano atípico e, curiosamente, foi o ano que colocou o mundo no século 21. A partir do momento que ficamos mais reclusos, a tecnologia passou a ser o elo entre as pessoas. Eu senti muita falta de encontrar os amigos e de poder abraçar minha mãe, que é muito idosa. E o que me permitiu enfrentar isso tudo foi a convivência familiar, especialmente com minha filha e meu neto. Assim que fiquei sabendo da volta dos cursos, eu voltei para o Pilates. Para 2021, eu espero que a gente tire as coisas boas de 2020 e consiga vencer os desafios” - Laercio Nogueira Junior, 64 anos.

 

“Este ano foi de muitas surpresas, muito aprendizado, de choque e de muitos sentimentos inesperados. Tentar explicar o vírus me trazia ainda mais angústias, então eu passei a viver o presente. O Minas fez muita falta. Mesmo com todas as privações, entrar no Minas dá a sensação de liberdade. Estar aqui é já estar em contato com nossa saúde, física e mental, e isso é tão importante. Eu aprendi a viver apesar do vírus. E quero que 2021 chegue com ainda mais transformações.” - Carminha Guerra, 70 anos.

 

Um feliz 2021!

 

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