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Espaço do conhecimento

Centro Cultural Unimed-BH Minas terá biblioteca com mais de 6 mil títulos

A montagem da Biblioteca do Centro Cultural Unimed-BH Minas (CCUnimed-BH Minas), que tem patrocínio do Instituto Unimed-BH tem previsão de término ainda no primeiro semestre deste ano. A data da abertura depende da autorização da Prefeitura de Belo Horizonte para a retomada das atividades culturais, com base nos protocolos de enfrentamento da pandemia de Covid-19. O projeto arquitetônico da biblioteca é assinado por Isabela Vecci, do escritório Vecci Lansky. A seguir, a arquiteta conta como será o novo espaço de conhecimento de Belo Horizonte, que receberá o público em geral e terá acervo de cerca de 6 mil títulos.

 

Imagem ilustrativa da biblioteca do Centro Cultural Unimed-BH MinasImagem ilustrativa da biblioteca do Centro Cultural Unimed-BH Minas

 

Foco no público

Criamos um espaço sem muitas divisões ou obstruções visuais. As estantes altas ficam encostadas nas paredes e no centro temos estantes baixas, que não prejudicam a visão da sala como um todo. Há muitos ambientes de leitura com poltronas confortáveis onde o leitor pode permanecer por um longo período. É um espaço bem iluminado e amplo, pensado para atividades como leitura, estudo e roda de conversas. A biblioteca se insere num tipo de instituição que tem o foco principal no público. Na forma como o público vai interagir com o acervo, que tem um recorte mais amplo, menos específico ou temático.

 

Para todas as idades

A biblioteca terá divisões etárias no que diz respeito ao acervo. Os livros infantis terão espaço específico, com mobiliário especial para este público e com a exposição de livros direcionada às crianças. Nessa área teremos também espaços de leitura coletiva, pufes para rodas de conversa. Os outros ambientes são voltados para o público adulto, com locais de leitura e mesas de trabalho. O balcão de atendimento tem desenho acessível ao público com deficiência.  

 

Interação social

As bibliotecas deixaram de ser locais vistos como depósito de livros e passaram a ser percebidas como locais de encontro entre pessoas de diferentes formações, de diferentes gerações. Locais de permanência, de experiência. É preciso ver a biblioteca não como um templo silencioso e que requer códigos sociais complexos para se ter acesso, mas como um local de fruição, de encontro entre pessoas e livros, de eventos como rodas de histórias, de contação de casos, de conversas e leituras. E principalmente de fácil acesso ao livro.

 

Mais uma Galeria

O Centro Cultural Unimed-BH Minas ganhará também mais uma galeria de arte, localizada no corredor que dá acesso à biblioteca e às salas de cinema. O projeto do novo espaço expositivo também é assinado pela arquiteta Isabela Vecci e inclui a construção de uma parede dupla de drywall e compensado tipo OSB, que permitirá a exibição de obras de pequeno porte, e a instalação de iluminação adequada. Assim como a biblioteca, a nova galeria ficará pronta ainda neste semestre, mas a abertura para o público depende da retomada das atividades culturais na cidade.

“Acredito que o espaço expositivo será mais descontraído, menos formal que uma galeria, pois ele estará permanentemente aberto para as pessoas que circulam no Centro Cultural”, observa a arquiteta.

O trabalho de Isabela Vecci já é conhecido no Centro Cultural Unimed-BH Minas. Ela foi a arquiteta responsável pela expografia da mostra “Lorenzato: simples singular”, realizada na Galeria de Arte, entre novembro de 2017 e fevereiro de 2018, com curadoria de Marconi Drummond e Fabíola Moulin.

 

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