“Vejo o Clube como um exemplo para a sociedade: um espaço onde lazer, cultura e esporte se misturam e nos ensinam sobre ética, superação e trabalho coletivo”

Carlos Arthur Hoffmann Filho,

46 anos, auditor-fiscal da Receita Federal do Brasil e sócio

Quando a gente percebe que um lugar se transforma em casa, nasce também a vontade de cuidar dele. Foi assim que aceitei ser conselheiro do Náutico: por gratidão e por essa forma de retribuir o bem que o Minas sempre me entregou.

Vejo o Clube como um exemplo para a sociedade: um espaço onde lazer, cultura e esporte se misturam e nos ensinam sobre ética, superação e trabalho coletivo. E hoje ele ilumina ainda mais pela solidariedade, algo que toca profundamente a mim e à minha família.

No fim do ano, adotei uma cartinha de Natal, uma ação do Instituto Minas Solidário. Era de uma menina da idade da minha filha, que sonhava com um par de patins, um Bobbie Goods e um gloss. Três pedidos que, aqui em casa, caberiam em muitas datas, mas que para ela significavam um Natal inteiro. Quando li a cartinha em voz alta, minha filha quis entender por que aquela criança desejava tantas coisas. Expliquei que há sonhos que só chegam quando alguém estende a mão. Disse que, se fosse o contrário, ela também gostaria de ter seu sonho acolhido. E ela respondeu que deveríamos dar tudo, para que aquela menina tivesse, ao menos naquele ano, um Natal feliz.

Foi um gesto simples, mas que me emocionou. Levei os presentes à Central do Minas e percebi, mais uma vez, que o Clube não é só esporte e lazer; é ponte. Une histórias, multiplica encontros e transforma cuidado em ação.

Conheci o Minas há nove anos, quando comprei a cota para que minha filha crescesse cercada de boas experiências. O que eu não imaginava era que também encontraria ali uma família. Comecei no tênis com meu primo Flávio Hoffman e, diante dos grupos já formados, criamos o Viciados no Tênis. De dez participantes, viramos mais de mil. Muitos dos meus melhores amigos nasceram desse cotidiano de quadra, de riso, de parceria.

Somos, eu e minha família, apaixonados pelo Minas. Vou ao Clube quase todos os dias, jogo tênis, encontro amigos, vivo a leveza que ele proporciona. Desejo que continue retribuindo à sociedade com solidariedade e defendendo valores que inspiram famílias. Porque o certo é o certo, e o Minas sempre soube trilhar esse caminho tão bonito.