“Sendo sócios ou não, todos, de alguma forma, têm o Minas atravessando suas memórias”

Yêda Maria Moreira Galvão

empresária

Era a década de 80. A Blitz estava no auge e o ginásio do Minas Tênis Clube virou palco de uma daquelas noites que a gente nunca esquece. Eu, fã das músicas, fiz questão de estar lá. Fiquei bem perto do palco, com o coração acelerado e a sensação de estar vivendo algo único. E estava. Até hoje, essa é uma das lembranças mais doces que carrego comigo.

Mas o Minas nunca foi só um momento. Ele sempre esteve presente em diferentes fases da minha vida, mesmo sem ser sócia. Entre atividades culturais e encontros cheios de risos, celebrei aniversários no salão do Minas II, que reuniam amigos e família em torno do que realmente importa. Eram dias leves, cheios de riso, daqueles que ficam guardados como pequenos tesouros.

Seja na cultura, no esporte ou no lazer, o Minas está para cada um de nós, belo-horizontinos, como parte da nossa história de vida. É um lugar que reúne pessoas, cria vínculos e acompanha histórias. Sendo sócios ou não, todos, de alguma forma, têm o Minas atravessando suas memórias.

Afinal, ele sempre foi agregador das pessoas, incentivador da cultura, do esporte e do lazer, fundamentais para a alegria da vida.  

Desejo que os 90 anos do Minas só fortaleçam os laços com a cidade e que o legado que ele imprime em cada belo-horizontino seja cada vez mais forte.