“Conhecer pessoas que constroem essa história por dentro amplia ainda mais o respeito pelo que o Clube representa para o esporte e para a vida de tantas pessoas”
Felipe Edson Batista Silva
38 anos, designer gráfico
A minha história com o Minas Tênis Clube nasce da admiração. Começou ainda na adolescência, quando eu nadava e fazia aulas de natação em outra escola, e já admirava a força da marca e o cuidado com os atletas. O Minas sempre foi um lugar de realizações, onde os sonhos acontecem. Ainda que o meu não tenha se realizado na piscina, ele nunca deixou de existir. Apenas mudou de lugar e passou a viver na arquibancada.
Houve um tempo em que o desejo de ser atleta do Minas parecia que iria se concretizar. Meu professor enxergou em mim a possibilidade de ir além e incentivou minha mãe a investir na minha trajetória como atleta. Mas a vida mudou esse rumo. Ainda na adolescência, enfrentei duas cirurgias de transplante de córnea e um longo período de recuperação, longe da água, longe do ritmo dos treinos. Quando voltei, o tempo já havia seguido adiante. E, com ele, aquele caminho.
Mas continuei como torcedor, admirando esse gigante. Acompanho os jogos na Arena, vejo os torneios e os campeonatos e vibro com cada conquista. Se há um atleta do Minas, há também o meu olhar atento e orgulhoso. Conhecer pessoas que constroem essa história por dentro amplia ainda mais o respeito pelo que o Clube representa para o esporte e para a vida de tantas pessoas.
Espero que o Minas continue representando bem o Brasil em jogos olímpicos e pan-americanos, com a força que o define. Que siga incentivando a qualidade de vida, ampliando a capacidade de mudar a vida das pessoas por meio do esporte, com mais equipes e diversificando a atuação. Porque há sonhos que não se encerram. Eles apenas encontram novos lugares para existir, seja na quadra, na piscina ou na arquibancada.