“O que vejo aqui me emociona: a mesma atenção que se dedica às crianças é oferecida aos mais velhos”
Flávia Petri Flores
45 anos, fisioterapeuta
Há algo que sempre me toca no Minas Tênis Clube: a forma como as pessoas são vistas aqui. Não apenas os sócios, mas todos que circulam por esses corredores, pelas piscinas e quadras. Cada criança, cada idoso, cada história recebe um olhar atento do Clube.
Sou sócia desde 2002, mas foi quando me tornei mãe que vir aqui ganhou outro significado para mim, e, assim, passei a ser frequentadora assídua. Há uma cena que me marcou: a formatura do curso básico. Ver meus filhos naquele momento foi entender, de uma só vez, que, no Minas, o cuidado ganha forma.
Eu mesma vivi isso na pele. Já perdi um filho aqui dentro do Clube e, naquele instante de desespero, foram os funcionários que me ampararam. Prestativos, respeitosos e humanos, foram eles que ajudaram.
Como fisioterapeuta, trabalho com atletas e idosos. O que vejo aqui me emociona: a mesma atenção que se dedica às crianças é oferecida aos mais velhos. Atividades, rotina, estímulo. O Clube não abandona ninguém no passar do tempo. É bonito ver essa atenção em cada fase da vida.
Para os pequenos, o esporte em todas as formas possíveis. Para quem não tem condições, campanhas de doação fazem a diferença. O Minas está sempre preparado para ajudar e dar suporte às pessoas que o cercam.
Que, nesses 90 anos, o Clube siga assim, fazendo o básico com excelência, olhando ao redor e lembrando que a grandeza de uma instituição se mede, sobretudo, pela forma como trata as pessoas.