“O Minas é uma instituição da cidade: cresce com Belo Horizonte, com Minas Gerais e com as pessoas que o constroem”
Flávio Hoffmann
48 anos, administrador e sócio
Era 2016 quando cheguei ao Minas decidido a aprender tênis e a me dedicar ao esporte. Entrei no Clube com a raquete debaixo do braço e a expectativa de quem quer jogar. Descobri, logo de início, que era preciso marcar horário, ter parceiros, fazer parte. Eu não conhecia ninguém. Foi desse vazio inicial que nasceu o Viciados no Tênis, uma força para os tenistas que chegam. Começamos em dez. Hoje, somos mais de 1,6 mil pessoas unidas pela vontade de praticar o esporte e de pertencer.
O grupo se tornou uma das maiores histórias que vivi no Minas. Mais do que partidas, ele carrega uma missão especial: fazer amizades por meio do esporte. Para quem chega ao Clube sem conhecer ninguém, o grupo é porta aberta, convite feito, conversa que começa, parceria para os jogos. É encontro.
Com o crescimento do Viciados no Tênis, minha relação com o Minas também se aprofundou. Fui convidado a ser conselheiro do Minas I e, depois, do Náutico. O grupo construiu ainda uma parceria bonita com o Instituto Minas Solidário. Doamos cadeiras de rodas, arrecadamos bolinhas de tênis para crianças e realizamos pequenas ações que, juntas, fazem diferença. Vamos aos poucos, porque todo gesto conta.
Nossa contribuição é fazer do Minas essa potência, um Clube que vai além de atender os sócios. Estou aqui todos os dias, e minha esposa, Anatécia, aos fins de semana. O Minas é uma instituição da cidade: cresce com Belo Horizonte, com Minas Gerais e com as pessoas que o constroem. É referência esportiva mundial, mas, acima de tudo, humana. Que siga se renovando, sem perder a essência, e chegue ao centenário mantendo sua importância para o estado e para o país.