“Minha relação com o Minas é de pertencimento total. Vejo o Clube como exemplo de organização e de gestão eficiente e exemplar.”

Fábio Lima Jardim

69 anos, aposentado e sócio

Meu filho tinha 10 anos e nadava em uma escola de bairro quando o Minas Tênis Clube abriu as portas para ele. Fez o teste aqui e, mesmo sem sermos sócios na época, foi selecionado para se desenvolver e competir com a touca do Minas. Isso, para mim, foi um marco determinante para educá-lo por inteiro, formando não só um atleta, mas um homem mais humano, mais profissional e respeitado no caminho que escolheu seguir.

Ele entrou para a equipe como sócio-atleta e, dois anos depois, fui eu quem decidiu me tornar sócio. Desde então, minha admiração virou paixão e pertencimento. Acompanhei a natação de perto, na rotina do Clube e também nos torneios fora do estado. E o vínculo com essa casa é ainda mais antigo do que parece: minha esposa, como dizemos em família, “aprendeu a andar no Minas”, aos 11 meses de idade.

Aqui, fiz amigos na natação, experimentei o squash e, hoje, frequento a Academia do Minas I. Encontro no Clube um espaço de convivência, saúde e afeto. É um privilégio ver meus netos crescendo nesse ambiente saudável e motivador.

Aqui é também onde tenho acesso à cultura e, por meio do Instituto Minas Tênis Solidário, onde atuo como gestor, exercito meus conhecimentos técnicos e a minha cidadania, contribuindo para uma sociedade mais humana. É assim que o sócio transforma pertencimento em ação, aproximando quem quer ajudar de quem mais precisa.

Minha relação com o Minas é de pertencimento total. Vejo o Clube como exemplo de organização e de gestão eficiente e exemplar. A constatação de que qualquer negócio precisa ser gerido com competência e muita responsabilidade reforça ainda mais essa admiração. Desejo vida longa e ativa ao Clube, que ele siga sempre se modernizando e servindo de exemplo para outras agremiações. Parabéns pelos 90 anos!