“Hoje, cada vez que vejo o Clube Náutico vivo, pulsando esporte e convivência, tenho a certeza de que nossa sugestão foi assertiva”
Renato Gonçalves Salles
63 anos, arquiteto
Ainda na época da faculdade, montei um pequeno escritório com algumas colegas, e passamos a desenvolver projetos para arquitetos já estabelecidos no mercado. Um deles, associado do Minas e amigo do meu pai, prestava serviços ao Clube e, em uma dessas conversas que mudam destinos, contou que o arquiteto do Minas estava de saída. Perguntou se eu teria interesse. Disse que poderia me indicar. Eu não hesitei: aceitei de imediato.
Depois da entrevista no departamento de pessoal, fui admitido. Era 1º de maio de 1987. Desde então, são quase 39 anos de caminhada, uma trajetória construída dia após dia, entre projetos, desafios e aprendizados.
Um dos episódios mais marcantes foi quando a Lagoa dos Ingleses S.A. (LISA) convidou o Minas para ser âncora do empreendimento que, mais tarde, se tornaria o Alphaville. A proposta inicial previa terrenos pouco favoráveis. Eu e meu gerente na época, Ilídio Salgado Brandão, sugerimos outro local.
Acreditávamos, com convicção, que ali seria o melhor espaço para a nova unidade. Foram muitas conversas, idas e vindas, até que nossa ideia foi aceita. Hoje, cada vez que vejo o Clube Náutico vivo, pulsando esporte e convivência, tenho a certeza de que nossa sugestão foi assertiva.
O Minas é parte essencial da sociedade. Além de formar atletas, forma cidadãos. Meus filhos tiveram aqui a oportunidade de praticar diversas modalidades, aprendendo valores que carregam para a vida. A atuação junto à terceira idade e o trabalho do Instituto Minas Solidário constroem pontes de cuidado, tão necessárias para a qualidade de vida dos sócios e da sociedade belohorizontina.
Desejo que o Minas continue sendo essa referência de competência, humanidade e excelência em tudo o que faz: no esporte, na educação, na cultura e no lazer. Um clube que, assim como eu, segue desenhando sua história com dedicação, respeito e amor.