“Eu amo o Minas. Essa é a minha história. Não sei quando será o último capítulo, mas sei que cada linha valeu a pena.”

Paulo Henrique Barbosa

59 anos, Gerente Operacional do Minas I

Eu tinha 15 anos quando comecei a acompanhar, de perto, o nascimento do Minas II. Era a década de 80. Meu pai havia comprado, em 1975, um apartamento ali perto e, com a curiosidade inquieta de um garoto, eu percorria aquela rua ainda vazia de bicicleta, observando a terra sendo moldada, as estruturas surgindo, o Clube tomando forma. Naquele tempo, eu não imaginava que parte da minha própria história estava sendo construída ali, tijolo por tijolo.

Nessa época, meu pai adquiriu a cota do Minas II, e eu passei a fazer parte daquela família. Minha rotina se resumia à escola e ao Clube. Eu me apaixonei por tudo o que o Minas oferecia a minha juventude. Ali passou a ser ponto de encontro com meus amigos e familiares, além de espaço para a prática de esportes.

Formei-me engenheiro, trabalhei em outras empresas, mas, em 2002, quando soube da vaga de chefe de manutenção do Minas II, prontamente pensei: era isso que eu queria. Tentei uma vez e não consegui. Bati na trave. Insisti. Na segunda tentativa, quando veio a aprovação, cheguei a pensar que fosse brincadeira. Era a realização de um desejo, e estava feliz por integrar uma empresa que me daria boas condições de trabalho e me valorizaria como profissional.

Foram cinco anos no Minas II, construindo amizades que carrego até hoje. Depois, assumi a manutenção geral no Minas I. Vieram novos desafios, novas responsabilidades, novas oportunidades. Em 2010, fui promovido a gerente do Minas II e, seis meses depois, fui transferido para ocupar o cargo de gerente operacional do Minas I, onde estou desde então.

O Minas I é um lugar de desafios, e é isso que me move. Estou aqui porque amo o que faço. E esse é o segredo para alcançarmos o sucesso em nossas entregas: quando se faz algo que se ama, é diferente. Eu amo o Minas. Essa é a minha história. Não sei quando será o último capítulo, mas sei que cada linha valeu a pena. Dei muito de mim a esta casa e, em troca, fui acolhido, respeitado e valorizado.