“A grande maioria dos meus amigos mais íntimos é ou foi associada do Clube, e isso é o que, para mim, mais representa a essência do Clube.”
Júlio Brandão de Castro
60 anos, Economista
Minha história com o Minas começou ainda menino, quando fui matriculado na escolinha de natação. Tempos depois, já na equipe, os caminhos das piscinas me levaram às quadras, e passei a treinar vôlei com o “seu” Adolfo Guilherme. Naquela época, a gente chegava ao Minas às 14h e só saía às 20h. Às segundas-feiras, esperávamos as portas se abrirem às 15h30 para, então, começar a rotina. A nossa vida fora da escola era o Minas.
Quando foi criado o programa de cotas para filhos de associados, ganhei a do meu pai. Uso essa cota até hoje, e o Minas segue sendo minha segunda casa. Minha mulher e meus filhos fazem pilates e academia; eu frequento assiduamente nos fins de semana. É um daqueles lugares em que não é preciso combinar de encontrar ninguém: basta chegar para que, inevitavelmente, um amigo surja no caminho e a boa prosa comece.
O que mais me marca no Minas são as relações construídas ao longo dos anos. A grande maioria dos meus amigos mais íntimos é ou foi associada do Clube, e isso é o que, para mim, mais representa a essência do Clube.
O Minas é orgulhosamente reconhecido pela sociedade por ser uma referência e potência esportiva, mas não para por aí. O Programa Minas Tênis Solidário, hoje transformado em instituto, amplia vidas e oportunidades. O Centro Cultural acolhe lançamentos de livros e exposições que nos fazem olhar o mundo com outros olhos. O teatro, com sua programação diversa, e o cinema, sempre acolhedor, aproximam o Clube também de quem não é associado, abrindo as portas para a cultura da cidade.
Que venham mais frutíferos 90 anos, firmemente sustentados pelos pilares Lazer, Cultura, Esporte e Educação. Que sigam guiados por gestores comprometidos com a sustentabilidade financeira e socioambiental, sempre atentos ao bem maior que dá sentido a tudo isso: o associado.