“Desejar mais 90 anos para o Minas é pouco, porque está destinado à eternidade”

William Freire

68 anos, advogado e sócio

Minha relação com o Minas vai além do esporte, do lazer e da cultura, pilares do Clube. É uma relação afetiva que existe desde 1999, quando me tornei sócio.

No Minas, encontrei outra minastenista, a Raquel, tenista de primeira que chegou à 4ª posição do ranking feminino. Com ela me casei em 2015. Chamou-lhe a atenção uma camisa do Federer que eu usava no dia 4 de outubro de 2015, às 10h02 (lembro-me bem!). O primeiro contato foi seguido de um presente especial para ela: um chaveiro do torneio de Wimbledon.

No Minas, encontrei minha turma do tênis, os Viciados no Tênis, e amigos que se tornaram rotina. Jogamos juntos, pelo menos, quatro vezes por semana. Nos dias úteis, chegamos às seis horas em ponto. É para quem realmente gosta.

No Minas, encontrei meu parceiro de duplas, o Flamarion, com quem jogo há dez anos. Poucas duplas duraram tanto. Quando a soma de nossas idades (eu, 68; ele, 72) chegar a 150 anos, daremos uma festa para a qual todos estarão convidados.

Atualmente, tenho o prazer e privilégio de contribuir com o Clube no Conselho Deliberativo do Minas Náutico.

O Minas transcende os indivíduos, seus associados. Trata-se de uma instituição magnífica, daquelas que marcam presença na sociedade e fazem história. Desejar mais 90 anos ao Minas é pouco, porque está destinado à eternidade.