“Brinco que sou uma verdadeira vendedora de cotas do Minas, porque acredito nos valores que o Clube defende e espalha para além de seus muros”
Fernanda Esteves Blaser Queiroga
52 anos, ex-atleta, psicóloga, pedagoga e sócia
O Minas me viu nascer e me acompanhou nos meus primeiros passos, ainda menina. Foi aqui que me tornei atleta, e que permaneci quando virei profissional, esposa e mãe. Aos poucos, o Clube foi ajudando a formar a mulher, a líder e a pessoa que sou. Viu meus filhos crescerem, descobrirem seus talentos e encontrarem, cada um ao seu modo, seu próprio caminho no esporte. Essa convivência de tantos anos, aprendendo com mestres e convivendo com exemplos, me deu uma visão de mundo que só o Minas oferece.
Meu pai é atleta emérito do Clube e, desde que nasci, frequento esses espaços que se tornaram extensão da minha casa. Fiz curso básico, ginástica artística e, aos 11 anos, comecei a jogar vôlei com a Yara Ribas. Aos 14, já estava na quadra com o time adulto, vivendo um sonho que me levou à Seleção Brasileira. Mais tarde, retornei como psicóloga do esporte e, em 2009, acompanhei o vôlei masculino, o basquete, o futsal e a ginástica artística.
Minha história aqui também é a história da minha família. Meu marido cresceu no Minas, foi jogador e treinador de voleibol – o Clube também o viu crescer. Nossa filha Gabriela viveu suas primeiras experiências no curso básico e na dança. Meu filho Rafael segue meus passos no vôlei, hoje na categoria Sub-19. Somos, de muitas formas, uma família formada e transformada pelo esporte.
Mesmo depois de morar fora – em Portugal e no Peru –, o coração sempre me puxou de volta. Eu queria que meus filhos tivessem a vivência que eu tive. Eles chegavam ao Clube para o curso básico, passavam o dia aqui e muitas vezes iam embora de pijama. Para nós, pais, é um privilégio saber que nossos filhos crescem em um ambiente seguro, saudável e repleto de estímulos.
Hoje, além da rotina diária na Academia, frequento o Minas como conselheira. É, como meu pai sempre diz, um legado. Uma forma de retribuir ao lugar que me formou dentro e fora das quadras.
Carrego comigo a memória do G1 lotado, do som vibrante das torcidas, da adrenalina dos grandes jogos, das noites de Superliga, das amizades construídas. Brinco que sou uma verdadeira “vendedora de cotas” do Minas, porque acredito nos valores que o Clube defende e espalha para além de seus muros. Quando pensamos em 80 mil associados propagando saúde, esporte, lazer e cultura, entendemos o tamanho desse impacto na sociedade.
Desejo que o Minas continue crescendo, investindo na juventude, olhando para o futuro com responsabilidade e colocando o associado no centro dessa história. Porque são esses 80 mil sócios que fazem do Minas o que ele é.